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Bolsas de Pós-Doutoramento Junior Leader

Bolsas de Ps Doutoramento Junior Leader

 

O programa de bolsas de pós-doutoramento, Junior Leader, destina-se à contratação de investigadores de excelência, de qualquer nacionalidade, que desejem continuar a sua carreira de investigação em território espanhol ou português. Promovido pela Fundação ”la Caixa”, este programa tem como objetivo fomentar a investigação inovadora e de alta qualidade em Espanha e Portugal e apoiar os melhores talentos científicos oferecendo-lhes um ambiente atraente e competitivo no qual poderão realizar uma investigação de excelência.

O programa de bolsas de pós-doutoramento Junior Leader possui duas modalidades diferentes:

  • Junior Leader ”la Caixa” – Incoming: 30 bolsas de pós-doutoramento de 3 anos para investigadores de todas as nacionalidades, que nos últimos três anos tenham residido em Espanha ou Portugal menos de 12 meses, aos quais se oferece um contrato laboral para a realização de um projeto de investigação nos centros certificados com as distinções Severo Ochoa ou María de Maeztu, Institutos de Investigação Sanitária Carlos III e centros avaliados como excelentes pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia. As candidaturas deverão ser feitas para um centro de investigação ou universidade de um país diferente do país de residência do candidato.

Esta modalidade é co-financiada pela Comissão Europeia através das acções Marie Skłodowska-Curie do programa Horizonte 2020.

  • Junior Leader ”la Caixa” – Retaining: 15 bolsas de pós-doutoramento para investigadores de todas as nacionalidades, que nos últimos três anos tenham residido em Espanha ou Portugal mais de 12 meses, para realizar a sua atividade de investigação em qualquer universidade ou centro de investigação de Espanha ou de Portugal.Através de um programa de formação complementar de excelência, estas bolsas têm como objetivo consolidar as competências de investigação e fomentar a carreira científica independente como opção de futuro profissional.

No âmbito da formação complementar, os bolseiros terão de fazer uma estadia noutra instituição com o objetivo de aumentar as suas competências transversais. Essas estadias, com duração entre 3 e 6 meses, devem ser realizadas em uma instituição internacional ou intersetorial.

Mais Autonomia, Mais Coesão, Mais Equidade

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A Fundação CEBI sempre contou com a atitude altruísta de quem quer contribuir generosamente para o bem-estar dos outros. Tal como as pessoas, as Organizações também têm os seus tempos próprios. Agora é tempo do POAPMC - Programa Operacional de Apoio às Pessoas Mais Carenciadas. Este Programa, já divulgado, consiste na criação e gestão de um Polo de Receção de géneros alimentares para os concelhos de Vila Franca de Xira e Arruda dos Vinhos, que irá abranger 855 pessoas, e também na qualidade de entidade mediadora em parceria com outras Instituições dos referidos concelhos. Este Programa tem como objetivo minimizar as carências básicas alimentares das populações mais fragilizadas, através da distribuição de géneros alimentares, e contribuir para a autonomia dos públicos participantes através do desenvolvimento de ações específicas, tais como, sessões informativas, de sensibilização e de carater formativo.

Iniciou-se assim, um processo de reforço e organização de um Grupo de Voluntariado com o objetivo de colaborar em fases específicas do processo, como por exemplo na receção dos bens alimentares, organização dos cabazes, distribuição dos diversos géneros, etc., em contextos de interação social com as populações que servimos.

Deu-se também início a um conjunto de procedimentos no sentido de conhecer outras experiências de Voluntariado bem-sucedidas, particularmente no que respeita aos seus princípios e valores, à sua regulamentação, à sua integração nas Organizações ou no que diz respeito às dificuldades na angariação.

O Voluntariado na CEBI é indissociável da sua identidade fundamental. Sempre presente de um ponto de vista dos princípios e das ações que sempre desenvolveu. A Lei, de acordo com as orientações das Nações Unidas e congruente com o nosso próprio conceito de Voluntariado, desenvolvido ao longo de décadas assume uma particular importância na nossa intervenção.

A Lei n.º 71/98, de 3 de novembro, define Voluntariado como “o conjunto de ações de interesse social e comunitário, realizadas de forma desinteressada por pessoas, no âmbito de projetos, programas e outras formas de intervenção ao serviço dos indivíduos, das famílias e da comunidade, desenvolvidos sem fins lucrativos por entidades públicas ou privadas.

Não são abrangidas pela presente Lei as atuações que, embora desinteressadas, tenham um carácter isolado e esporádico ou sejam determinadas por razões familiares, de amizade e de boa vizinhança.”

O Voluntariado, de acordo com o Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado, passamos a citar:

“– Está ao serviço das pessoas, das famílias e das Comunidades, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e do bem-estar das populações;

– Traduz-se num conjunto de ações de interesse social e Comunitário, realizadas de forma desinteressada, expressando o trabalho Voluntário;

– Desenvolve-se através de Projetos e Programas de entidades públicas e privadas com condições para integrar Voluntários, envolvendo as entidades promotoras;

– Corresponde a uma decisão livre e voluntária apoiada em motivações e opções pessoais que caracterizam o Voluntário”.

É neste âmbito que está a decorrer uma campanha de angariação de Voluntários na Fundação CEBI para o Departamento de Intervenção Social e Comunitária. Contamos com a participação de todos!

 

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Guia do 1º Emprego

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Agir Verde nas Organizações de Juventude

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Para assinalar o Dia Mundial do Ambiente, o Conselho Nacional de Juventude (CNJ) lança o guia online “Agir Verde nas Organizações de Juventude”.

Este Guia de boas práticas ambientais surge como resultado de um compromisso adotado em junho de 2014, por organizações do CNJ, com o objetivo de apoiar e incentivar as associações de jovens a adotarem boas práticas ambientais e a implementarem um programa gradual de reconversão ou criação de escritórios/sedes verdes.

Pretende-se proporcionar às organizações de juventude uma seleção de boas práticas ambientais que podem facilmente ser aplicadas, trazendo benefícios não só a nível ambiental, como a nível económico e mesmo social para a organização, mostrando como a eficiência na utilização de recursos tem consequências na poupança orçamental das organizações.

Numa altura em que a abordagem de questões ambientais requer uma ação conjunta de governos, empresas, organizações da sociedade civil e também do cidadão e cidadã a título individual, o CNJ, enquanto plataforma de organizações de juventude, pretende com este guia contribuir para a mudança de mentalidades e fazer da consciência ecológica uma forma habitual de agir, em todas as circunstâncias e não só em momentos concretos.

Guia disponível Aqui.

Conselho Nacional de Juventude

Email: geral@cnj.pt

Telefone: 21 880 2130